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Brasil vai ampliar os benefícios fiscais para os exportadores.


O governo brasileiro pretende ampliar os benefícios fiscais que oferece aos exportadores e incentivar as pequenas empresas que realizem vendas no exterior, informou o Ministro de Fazenda, Guido Mantega.

O Ministro assegurou que as medidas estão sendo discutidas pelas carteiras de fazenda e comercio exterior e que provavelmente sejam anunciadas para finais do mês de março, após a aprovação do presidente Lula.

“A primeira medida procura ampliar o conceito de empresa dedicada a exportação, que tem vantagens fiscais”. Para que uma empresa seja classificada como dedicada a exportação tem que exportar o 60% da produção. Vamos reduzir essa percentagem ate o 40% para que mais empresas possam se beneficiar das exceções fiscais” falou.

Adicionou que outra das medidas que permitira que as pequenas e medianas empresas que se beneficiam de um sistema de tributação especial possam aumentar suas exportações sem perder os benefícios que já recebem.

“Também será concedida a exceção do pago de imposto sobre a renda das operações de remessas de serviços vinculados a operações de comercio exterior. Apontou.

O ministro falou que outra medida em estudo, e criar um seguro especial que, por reduzir o risco em operações de exportação, pode reduzir os custos.

Mantega assumiu que o governo esta interessado em estimular o setor externo devido com que a crise econômica global reduz as vendas brasileiras no exterior e que a apreciação do real perante o dólar está favorecendo as importações e desestimulando as exportações.

“Quando a economia internacional se recupere, poderemos aumentar nossas exportações. Alias uma melhoria no déficit de conta corrente (com o possível aumento do superávit comercial conseguiu frear a valorização do real. O real pode sofrer alguma depreciação” afirmou.

Tanto a crise internacional, com uma menor demanda externa por produtos brasileiros, quanto a apreciação do real, vem deteriorando o saldo da balança comercial brasileira..

Brasil obteve em fevereiro de este ano, um superávit da sua balança comercial de 395 milhões de dólares, em um 77,63% inferior ao do mesmo mês do ano passado, e em janeiro já tinha sofrido um déficit de 166 milhões de dólares.

O superávit acumulado no primeiro bimestre do ano somou 228 milhões de dólares, valor em um 81,5% inferior ao do mesmo período de 2009 (1.232 milhões de dólares)

Entanto que as exportações têm crescido um 21,34% no que vai do ano, as importações tem pulado um 28,33%.

O superávit comercial brasileiro caiu desde 40.039 milhões de dólares em 2007, ate os 24.956 milhões de dólares em 2008 e se colocou em 25.348 milhões de dólares o ano passado.

A previsão dos economistas e que o saldo positivo diminua a 10.000 milhões de dólares este ano e a 2.800 milhões de dólares em 2011.

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